A Smartlog irá implementar o seu primeiro sistema AutoStore, um sistema robótico de armazenamento e recolha de pedidos num cubo que permite armazenar e gerir as tarefas de picking, em Portugal, para o Bilstein Group, um fabricante e distribuidor alemão de peças mecânicas e elétricas para automóveis.

Esta solução permitirá à filial portuguesa otimizar as suas operações logísticas, aumentar a eficiência e a capacidade de resposta ao mercado, avança a empresa em comunicado.  A solução integral desenhada pela Smartlog inclui o Autostore, uma tecnologia robô para armazém e preparação de pedidos. Através de 20 robôs e uma capacidade total de 40.000 peças, o sistema reduz os tempos de espera e otimiza o fluxo de trabalho, segundo a empresa. A instalação dispõe ainda de tecnologias para melhorar a precisão da preparação.

A Smartlog integrou ainda o Galys, o seu software de gestão de armazéns, que permite o controlo dos processos logísticos, melhorar a disponibilidade, a produtividade e o nível de serviço.

Esta implementação visa alcançar vários objetivos, desde logo aumentar a capacidade de armazenamento num máximo de 400%, aumentar a eficiência do picking até 2,5 vezes, adaptar-se às necessidades futuras, e assegurar entregas mais rápidas e exatas.

“A implementação da nossa primeira Autostore em Portugal reforça o nosso compromisso de oferecer soluções intralogísticas avançadas pelo país. Com este projeto consolidamos a nossa presença no mercado português e continuamos a posicionar-nos como o parceiro estratégico de referência para as empresas que procuram eficiência, inovação e sustentabilidade nas suas transações”, afirma Beñat Irazustabarrena, diretor de desenvolvimento de negócio para a Europa.

Por sua vez, Joaquim Candeias, diretor geral da Ferdinand Bilstein Portugal, refere que “com a AutoStore podemos oferecer o melhor serviço aos nossos clientes, de forma mais rápida e com maior eficiência, e reforçar o nosso compromisso com a sustentabilidade e inovação. Esta solução prepara-nos para enfrentar os desafios do futuro e abre um precedente para a futura automatização no país”.